Porque a discriminação racial ainda não ficou no passado

21 de março: Dia Internacional para eliminação da discriminação racial

Belo Horizonte (MG) - "Desde quando preto é igual branco? Eu quero um copo branco"! Ao presenciar o dono de um restaurante no Sul de Minas, dizendo essa frase a uma funcionária negra, a cliente não teve dúvida em encaminhar a denúncia ao MPT: "a forma como ele falou deixou claro que não era apenas exigência de trabalho: foi uma atitude racista, discriminatória e cruel, principalmente pelo fato de a trabalhadora ser negra. Fiquei com o coração apertado, porque ela não podia responder, apenas abaixou a cabeça.

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Revitalização de Bases de Segurança Comunitária em Patos de Minas é viabilizada com recursos destinados pelo MPT-MG

As estruturas móveis da Polícia Militar foram modernizadas para ampliar o policiamento de proximidade e a proteção ao cidadão na região.

Patos de Minas (MG) – Uma destinação realizada pela unidade do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Patos de Minas viabilizou a revitalização e modernização de duas Bases de Segurança Comunitária (BSC) para a 10ª Região da Polícia Militar (10ª RPM). A solenidade de entrega das unidades móveis ocorreu na manhã desta quarta-feira, 18, marcando o reforço na segurança pública da região.

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Acordo judicial prevê indenização por dano moral coletivo após jornadas excessivas de trabalho

Varginha (MG) – Um acordo judicial firmado entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Varginha e uma empresa do setor de automação industrial encerrou uma ação civil pública (ACP) que investigava a submissão de trabalhadores a jornadas superiores às permitidas pela legislação trabalhista. Como parte da solução judicial, ficou estabelecido o pagamento de R$ 700 mil a título de indenização por dano moral coletivo, além da obrigação de a empresa cumprir uma série de medidas voltadas à regularização das condições de trabalho.

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Pejotização pode enfraquecer combate ao trabalho escravo, alerta MPT

Brasília – A pejotização dificulta a responsabilização de empregadores em casos de trabalho semelhante à escravidão. Essa é a avaliação do Ministério Público do Trabalho (MPT) em análise divulgada nesta quarta-feira (11) sobre os impactos da contratação fraudulenta de trabalhadores como pessoa jurídica em casos de submissão de trabalhadores a condições degradantes.

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