“Empresas que se beneficiam de trabalho escravo devem ser responsabilizadas e adotar medidas eficazes de prevenção”, afirma procurador do Trabalho Luciano Aragão
A responsabilidade das empresas nas cadeias produtivas foi o tema do segundo painel da tarde desta terça-feira (27/2) no seminário de combate ao trabalho escravo. A atividade contou com as falas do procurador do Trabalho do Estado do Maranhão e Coordenador da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (CONAETE), Luciano Aragão, e da coordenadora do Observatório do Trabalho Escravo da Universidade Federal de Minas Gerais, Lívia Mendes Moreira Miraglia. A mediação ficou a cargo da juíza do Trabalho e primeira gestora do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT-6, Maria Odete Freire de Araújo. O seminário prossegue com palestras, rodas de conversa e debates até a próxima quarta-feira (27/2), em Bento Gonçalves.