Sindicato desistiu de processo que pedia pagamento de adicional insalubridade e indenização em benefício dos motoristas e cobradores
O Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (MPT-MG) entrou com um pedido na Justiça para assumir a titularidade de uma ação coletiva que havia sido ajuizada pelo Sindicato dos Rodoviários de BH e Região (STTRBH). O sindicato pedia a condenação da Viação Zurick ao pagamento de adicional de insalubridade aos empregados expostos à vibração e de indenização por danos coletivos, porém, após o reconhecimento do direito dos empregados através de perícia técnica a entidade sindical pediu a homologação de acordo de desistência da ação na Justiça do Trabalho.
MPT indica reúne entrevistas de autores sobre suas obras
O projeto MPT Indica reúne entrevistas de autores sobre livros que abordam temas relacionados ao Direito do Trabalho, como trabalho escravo, dano moral coletivo, Direito Constitucional, direito à moradia do trabalhador migrante, entre outros. Voce pode acessar as entrevistas e conhecer um pouco sobre as obras, no canal do Ministério Público do Trabalho, na internet.
O MPT vai apresentar trabalho de inclusão de pessoas com deficiência e combate à discriminação de mulheres, negros e negras e população LGBT
Brasília – O Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio da Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade), participa da 13ª edição do Fórum Social Mundial (FSM 2018), que começou nesta terça-feira e vai até sábado (17), em Salvador. Cerca de 60 mil pessoas, de 120 países, estarão reunidos para debater e definir novas alternativas e estratégias de enfrentamento ao neoliberalismo, aos golpes antidemocráticos e genocidas que diversos países estão enfrentando nos últimos anos. Com o lema "Resistir é criar. Resistir é transformar!", o fórum visa promover a transformação do ser humano em busca de "Um outro mundo possível".
De acordo com Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, foram perdidas mais de 15 mil vidas entre 2012 e 2017
Brasília – De 2012 até 2017, cerca de 15 mil trabalhadores não voltaram para casa, no Brasil, entrando para a estatística de vítimas de acidentes de trabalho fatais. "Além da perda de mais de 15 mil vidas humanas, são 2.500 famílias que ficam órfãs a cada ano devido à negligência de empregadores que não consideram o trabalho seguro como condição para o trabalho digno", alertou o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury, durante apresentação dos números atualizados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho.